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25 de dezembro de 2011 |
BOAS FESTAS E NOSSO CONVITE PARA A LUTA EM 2012 Ao finalizar este ano de 2011 nos colocamos diante de nossos simpatizantes, militantes e lideranças para agradecer pelo empenho, a garra e a perseverança com que se lutaram no ano que finda. Não tenhamos dúvidas que passos importantes foram dados nestes doze meses e temos certeza que só não fomos além por que efetivamente nos impediram força maior. Ao mesmo tempo que avaliamos como muito profícuo este ano, já nos preparamos para vindouro. Temos metas ambiciosas para 2012, e mais do que nunca precisamos de toda força e energia daqueles que sonham e vivem a causa do Povo Sul Brasileiro. Uma das nossas mais importantes metas é a “Consulta Popular” que vamos realizar em 4 de agosto de 2012, onde pretendemos ouvir mais de 11 MILHÕES de cidadãos Sulistas sobre o status nacional e internacional que reivindicam frente ao estado brasileiro. Para que esta ação se concretize temos que começar 2012 a todo vapor, pois precisamos estar presentes e com força total nas 48 maiores cidades do Sul. Parece uma tarefa fácil, mas não o é, pois há ainda muito a fazer, visto que em algumas destas cidades com mais de 100 mil habitantes sequer temos uma Comissão Municipal formada e atuante. No ano vindouro serão consultadas através de pesquisa as populações dos seguintes municípios do Sul: Paraná: Município ........................nº Hab. 1–Curitiba....................1 746 896 2- Londrina ....................506 645 3-Maringá ......................357 117 4-Ponta Grossa ...............311 697 5-Cascavel ......................286 172 6-São J. dos Pinhais ........263 488 7-Foz do Iguaçu ...............256 081 8-Colombo .......................213 027 9-Guarapuava .................167 463 10-Paranaguá .................140 450 11-Apucarana .................120 884 12-Toledo ........................119 353 13-Araucária ...................119 207 14-Pinhais .......................117 166 15-Campo Largo .............112 486 16-Arapongas .................104 161 17-Almir. Tamandaré ......103 245 18-Umuarama .................100 716 Rio Grande do Sul: 1-Porto Alegre ...............1 409 939 2-Caxias do Sul .................435 482 3-Pelotas ..........................327 778 4-Canoas ...........................324 025 5-Santa Maria ...................261 027 6-Gravataí ..........................255 762 7-Viamão ...........................239 234 8-Novo Hamburgo ...............239 051 9-São Leopoldo ..................214 210 10-Rio Grande ...................197 253 11-Alvorada .......................195 718 12-Passo Fundo ................184 869 13-Sapucaia do Sul ...........130 988 14-Uruguaiana ..................125 507 15-Cachoeirinha ...............118 294 16-Santa Cruz do Sul ........118 287 17-Bagé ...........................116 792 18-Bento Gonçalves ...........107 341 Santa Catarina: 1-Joinville ...........................515 250 2-Florianópolis ..................421 203 3-Blumenau ......................309 214 4-São José .........................203 384 5-Criciúma .........................192 236 6-Chapecó .........................183 561 7-Itajaí ...............................183 388 8-Lages .............................156 737 9-Jaraguá do Sul ...............143 206 10-Palhoça ........................137 199 11–Balneário Camboriú ......108 107 12-Brusque .......................105 495 Para que este trabalho resulte num sucesso e tenhamos condições de realizá-lo em conjunto em todas estas cidades, temos que trabalhar muito na organização local. Nossa maior intenção com estas ações é de uma vez por todas deixar comprovado a vontade soberana de autodeterminação da região Sul. Além disso, trata-se de dar prosseguimento a uma grande mobilização iniciada em setembro de 2011 e que culminará com um Plebiscito Consultivo em 2015, gerenciado por nossa instituição e auditado por observadores internacionais idôneos, bem como pela imprensa do interior de nosso Sul. Assim, ao agradecer o esforço de todos em 2011, já estamos fazendo um chamamento para a luta em 2012, em especial a nossos simpatizantes, militantes e lideranças das cidades acima citadas. BOAS FESTAS! VENTUROSO 2012!
VIVA O SUL LIVRE!!! Celso Deucher Presidente Nacional Movimento O Sul é o Meu País |
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13 de dezembro de 2011 |
Sérgio Alves de Oliveira*
PIOR QUE UM GOLPE ARMADO, como aquele de 64 , é o perpetrado em nome da lei. E mais grave ainda é quando essa norma legal é a própria Constituição e o golpista, segundo ela, deveria ser o seu guardião.
O mundo jurídico do país assistiu estarrecido o julgamento do Supremo Tribunal Federal determinado que no plebiscito tendente a dividir o Estado do Pará tivessem direito de votar os eleitores da área eventualmente remanescente. E “coincidentemente” nessa área remanescente encontrava-se a grande maioria dos eleitores do Estado. Não deu outra. Realizado o plebiscito em 11 de dezembro saiu vencedora a alternativa que negava a criação dos Estados de Tapajós e Carajás. Assim manteve-se intacto o Estado, apesar de amplamente aprovada a divisão nas áreas emancipandas.
Ocorre que a emancipação de Estados novos está prevista no artigo 18 da CF, o qual preceitua que na consulta respectiva deverão ser ouvidos exclusivamente os eleitores DIRETAMENTE INTERESSADOS. E não é preciso nenhuma inteligência privilegiada para interpretar o dispositivo e concluir que os “diretamente interessados” são os eleitores das regiões emancipandas. Os da área remanescente do Estado-mãe não são diretamente interessados. Quando muito serão INTERESSADOS INDIRETOS.
A interpretação nova dada pelo Supremo foi a mesma coisa que afirmar que o azul é vermelho, ou vice-versa.
Interessante é observar que os requisitos para emancipação de Estados e Municípios são muito semelhantes. E sob o império dessa norma constitucional foram criados milhares de Municípios. Nunca, nunca mesmo, exigiu-se ou permitiu-se que votassem os eleitores que não tinham os títulos vinculados às áreas emancipandas.
Essa grotesca agressão aos direitos políticos dos eleitores de Carajás e Tapajós, sem dúvida não pode ficar por isso mesmo. Mas como essa agressão foi cometida pelo órgão maior da Justiça Brasileira atuando como instância originária, a quem recorrer?
Ora, os organismos internacionais, apesar de nem sempre confiáveis, possuem estrutura para avaliar fatos dessa gravidade. E mesmo que não se consiga reverter a situação, valeria no mínimo como denúncia de uma afronta à Constituição e aos direitos dos povos prejudicados. Talvez não tão graves como os crimes de guerra que são submetidos aos tribunais internacionais, mas pelo menos em número de “vítimas” a situação brasileira seria mais grave. Feriu-se o DIREITO DAS GENTES, que é muito mais grave que uma infração penal.
Não sei até que ponto a sociedade não estaria pagando um preço alto pela política de seleção dos membros dos tribunais superiores que são nomeados pelo Presidente da República quase de forma idêntica à nomeação de ministros (até o nome é igual) de governo, ou qualquer assessor de confiança. Onde fica a harmonia e independência dos Poderes preconizada por Montesquieu e adotada pela Constituição?
Também merece comentário o erro grotesco de parte da mídia ao se referir ao episódio do Pará como sendo um projeto SEPARATISTA, vulgarizando um significado muito mais grandioso. Separatismo é o mesmo que independentismo e só pode ser empregado quando se trata do desligamento de uma região de um país, tornando-se esta independente, autodeterminada, soberana, ou seja, um Estado Independente, um País, em toda a sua plenitude. As outras “separações” de estados e municípios na maioria das vezes só servem para criar mais empregos públicos, impostos e aumentar o poder de Brasília .
Creio até que o Pará deveria primeiro pensar em “cair fora” do Brasil, talvez em conjunto com alguns vizinhos, para depois organizar-se conforme a própria cabeça. “Carajás” e “Tapajós” ficariam para mais tarde. E esse bravo povo pode ter certeza que contará com o apoio do Sul, que já está executando esse projeto e que tem resguardo nas recentes pesquisas realizadas, lamentavelmente “escondidas” pela mídia comprometida com o Sistema.
Mas voltando ao Supremo. Aqui e agora acuso esse tribunal de ter “inventado” essa fórmula relativa à divisão do Pará para servir como pretexto, ou precedente jurisprudencial, colocando mais um óbice, obstáculo, ou “segurança” para obstaculizar a INDEPENDÊNCIA DO SUL. É claro, como aconteceu no Pará, que se o Brasil inteiro votasse num eventual plebiscito a proposta já nasceria derrotada.
*O autor é Sociólogo, Advogado, Membro Fundador do Gesul - Grupo de Estudos Sul Livre. |
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02 de novembro de 2011 |
Celso Deucher*
Faz bom tempo que venho me questionando sobre uma data unificadora para nossa causa. Em especial, sempre procurei um dia em que pudéssemos os três estados em uníssono comemorar a data da nossa pátria. Este dia existe de direito em cada estado, mas ele não existe de fato para todo o Sul. Diante deste impasse, pretendo nos próximos parágrafos, fundamentar a data, 4 de agosto, que defendo como cidadão Sulista, seja o nosso dia, o “Dia do Sul”.
Mas antes, quero apresentar uma questão anterior que também me chama muita a atenção e que no princípio, pensei seriamente que seria o nosso dia do Sul. Alguns defendiam que a data deveria ser comemorado na data de nascimento do nosso grande herói, o primeiro deles, Sepé Tiarajú. Há quem pense que o nascimento de um país “casaria” muito bem com o nascimento de um herói. No caso de Sepé, esta data não existe, segundo as pesquisas que realizei com base na historiografia sobre este mártir da nossa autodeterminação. O que existe é a data da sua morte, ocorrida 7 de fevereiro de 1756.
Poderia ser esta uma boa data, pois foi na guerra em que Sepé foi morto pelo Brasil que foi gravada no umbral da história o primeiro grito de “Esta Terra Tem Dono”. Com esta frase e o exemplo de nosso herói, foi que deu inicio lá no longínquo século XVIII, a nossa epopéia libertadora mantida com muito idealismo, suor e sangue até os dias atuais. A história comprova que Sepé Tiarajú abraçou uma causa que de muito já vinha sendo abraçada por Guairacá no Paraná e em grande parte de Santa Catarina, onde já temos provas concretas que haviam missões jesuíticas, em especial no litoral, no norte e no oeste do estado. A grande “Marcha dos Catecúmenos” realizada Sul abaixo até os Sete Povos das Missões reunificaria este verdadeiro e primeiro “Povo Sulista” (isso mesmo, em maiúscula). Nascia nos Sete Povos, mesclados e cimentados no trabalho conjunto, no amor as artes e na valorização da terra, a célula mãe do Povo Sulista. A tentativa de matar esta primeira célula separatista Sulista deu-nos o martírio de Sepé Tiarajú e através do seu exemplo, ecoa até hoje entre nós o sentimento de que “esta terra tem dono”.
Mas a personalidade de Sepé, em que pese ser nosso pioneiro guerreiro pela liberdade, não é tão conhecida nos três estados. Este fato me foi alertado por alguns amigos historiadores que ao longo do tempo venho consultado, inclusive alguns riograndenses, estado onde Tiarajú é mais conhecido. Ao final das conversas, no entanto, retornava minha primeira pergunta: que personalidade e que data seria a mais apropriada para unificar nosso povo? Cheguei a pensar em criar uma data através de um fato ainda por vir... Mas desisti no meio do caminho. Não suporto nem imaginar colocar a vida de um semelhante em perigo.
No entanto, nestas consultas a historiadores e companheiros de luta nos três estados, invariavelmente um nome sempre surgia nestas conversas e aos poucos fui me convencendo que era preciso me debruçar sobre ele para aprofundar a compreensão e buscar os elementos certos que viessem a nos dar a tão clamada “unidade na nossa diversidade”.
Me convenci ao longo dos anos que este nome chama-se ANITA GARIBALDI. O simples declinar do seu nome, acende na alma Sulista o fogo ardente da liberdade. Anita tem o dom de fazer aflorar o orgulho da gente Sulista, pois todos conhecem seus feitos, sua luta, sua garra e sua personalidade guerrilheira. Afinal, nossa terra pariu uma heroína reconhecida não apenas aqui, mas nos “dois mundos”.
Ela é o cordão umbilical que liga os três Estados Meridionais, pois é filha de paranaense (Bento Ribeiro da Silva, natural de São José dos Pinhais, Paraná) e de mãe catarinense (Maria Antônia de Jesus Antunes, natural de Lages, Santa Catarina) e que além de nascer no Sul (Laguna, SC, cidade cujos filhos colonizaram do Rio Grande do Sul), lutou pela República Catarinense e pela República Farroupilha. No Rio Grande além de residir por bom tempo, teve seu primeiro filho, Menotti Garibaldi, nascido no atual município de Mostardas. Todas estas ligações a tornam, por excelência, o símbolo maior de unidade Sulista. Além disso tudo temos fortes indícios históricos levantados pelo historiador Carlos Zatti, do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, que diversos guerrilheiros daquele estado também se envolveram ao lado dos Farrapos no decênio heróico na esperança, já na época, de livrar-se da tirania brasileira.
A participação ativa de Anita Garibaldi na principal conflagração separatista da nossa era a fez não apenas uma mulher Sulista, mas uma heroína que ganhou o mundo por seu forte exemplo de coragem, sacrifício, luta e perseverança. Anita é por excelência, a guerrilheira que existe dentro de cada um de nós homens e mulheres livres do Sul. Ela é a nossa inspiração e não é por acaso que o Movimento O Sul é o Meu País foi fundado em Laguna, terra que pariu e fez germinar Anita.
Ana Maria de Jesus Ribeiro, a nossa Anita Garibaldi, é descendente do bravo povo açoriano (e há indícios e até declarações por escrito que indicam que ela possuía também descendência africana), que povoou todo o litoral Sulista. Anita nasceu em Laguna no dia 30 de agosto de 1821, filha de um tropeiro e de uma empregada doméstica. Era chamada carinhosamente de Aninha e se tornou a gigante Anita após conhecer e se apaixonar pelo amor da sua vida, o italiano Giuseppe Garibaldi, conhecido no mundo todo como o guerrilheiro da liberdade, e em especial aqui para no Sul, grande comandante das forças navais da República Riograndense e da República Catarinense.
Anita teve seus atos de bravura elogiados inclusive pelos inimigos mais ferozes da América e da Europa, mas no Brasil nunca foi reconhecida, sendo na verdade por demais discriminada. A prova maior é que não poucas vezes foi chamada de “prostituta” da tribuna do plenário do Congresso Nacional brasileiro. Perseguida por todas as forças de terra e mar do Brasil, ao partir para a Europa, tentaram de tudo para acabar com sua honra, espalhando os mais vis boatos sobre sua separação do primeiro marido, um beberrão que nunca lhe devotou amor e ainda a abandonou a própria sorte para lutar no exército brasileiro (inimigo de Anita e de sua família).
Mas, seus feitos e seus exemplos de bravura em prol da liberdade conseguiram transpor a cortina de impropérios lançada pelo Brasil contra esta humilde cidadã do Sul. Não podendo vencê-la em vida, recentemente um presidente brasileiro resolveu vencê-la “post-mortem”, lhe dando o título de “heroína brasileira”. Com o perdão da expressão, mas certamente que Anita cuspiria na cara de quem teve tão estúpida idéia. Jamais Anita lutou pelo Brasil. Muito pelo contrário, era seu principal inimigo. Como então ser heroína do seu principal inimigo? Por causa da capenga teoria de historiadores de “pena alugada” que julgam ser a revolução Sulista os atos preparatórios para a chegada da República no Brasil? Nada mais estúpido e cretino vindo de gente desta laia que só escreve a “história oficial” a peso de ouro. Anita jamais lutou pelo Brasil. Sua luta foi por esta terra, o Sul, e ponto final. É hora de darmos um basta nesta gonorréia republicana que criaram para “construir” a chamada pré-história da república no Brasil.
Partindo da América Portuguesa Anita Garibaldi lutou ainda no Uruguai e mais tarde seguiu para a Europa, onde na Itália, ombro a ombro com seu marido Giuseppe, participou ativamente da revolução italiana, unificando os diversos reinos existentes naquele país. Morreu lutando pelo que acreditava e não temos a menor dúvida de que ela foi uma das precursoras na defesa do Direito de Autodeterminação dos Povos.
Após uma verdadeira epopéia guerrilheira na Itália, Anita veio a falecer em Mandriole “era, 19h45min de sábado, dia 4 de agosto de 1849”.
Deixava esta vida para que com todas as honras da heroína que foi, entrar para a história. Estava morta em terras distantes uma das maiores mulheres que a humanidade já teve. Uma paranaense, uma catarinense, uma riograndense, enfim, uma Sulista de corpo, alma e sentimento.
Mas quem pensa que a sua morte foi o fim está muito enganado. Anita depois de morta continuou estimulando muitas revoluções. Por continuar guerrilheira, já foi enterrada sete (7) vezes e no seu último enterro, uma multidão de mais de um milhão de pessoas seguiram o seu féretro. Em um livro que pretendo lançar ano que vem, intitulado “O oitavo enterro de Anita”, nos juntamos na luta do movimento pelo repatriamento dos restos mortais de Anita Garibaldi para o Sul. Advogo que a heroína seja sepultada em sua terra natal, Laguna SC, nosso “Altar da Liberdade”, por tudo que esta cidade e a heroína representam para a pátria Sulista. Será pois, o seu oitavo e definitivo enterro voltando a terra que lhe deu a luz.
Convido aos que ainda não conhecem a história desta nossa grande heroína, para que pesquisem mais sobre ela. Há mais de 10 mil livros escritos sobre Anita e na internet, temos muita coisa publicada. Recomendo, no entanto, pela fidelidade aos fatos, a leitura do livro “Anita: Guerreira das Repúblicas”, escrito pelo fundador do Movimento O Sul é o Meu País, Adílcio Cadorin, disponível gratuitamente no seguinte link http://www.paginadogaucho.com.br/bibli/anita.htm e o livro impresso, certamente ainda disponível em sebos da América Portuguesa. Esta obra retrata com riqueza de detalhes a vida de Anita Garibaldi, seus feitos e o seu pensamento, muitas vezes expressado através de cartas aos parentes no Sul.
Diante de tudo isso, me resta agora apresentar para a elevada consideração dos meus compatriotas de luta no Movimento O Sul é o Meu País a proposição de que a data da morte de nossa maior heroína, dia 4 de agosto, seja pois, o nosso DIA DO SUL. Não há, salvo melhor juízo, outra data mais apropriada e mais significativa para os três estados. Assim, além de revigorarmos nossa luta todos os anos nesta data, ainda poderemos prestar nossas homenagens a esta grande Sulista, que levou a nossa futura pátria para o mundo.
Todos os anos deveremos, se esta for a data escolhida, preparar um grande evento para expressar nosso sentimento pátrio. No DIA DO SUL, por toda a terra do Povo Sulista, vamos hastear nossa bandeira, orgulhosos do nosso passado, comprometidos com a luta no presente e esperançosos de que o mais breve possível possamos comemorar nosso futuro em uma pátria livre, independente, soberana e solidária com os demais povos do mundo. Anita é o cimento que faltava para nos unir.
VIVA O SUL LIVRE!!!
*O autor é jornalista, professor, secretário geral do Gesul e presidente do Movimento O Sul é o Meu País. Email:
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